#DICA1 PARA EMAGRECER – O Poder dos Pensamentos

Sempre enfatizo no meu instagram @dietaecaviar a importância do pensamento positivo na saúde do nosso corpo e da nossa mente.

Como vocês puderam ler na minha matéria na REVISTA BOA FORMA, o que mais me ajudou e ajuda até hoje a manter o equilíbrio com a perda do meu querido pai, foi um estilo de vida saudável que eu já vinha aplicando na minha vida há 2 anos (com a criação do meu blog). Todos os dias eu sinto muita saudade e fico prestes a sentir uma profunda e dolorida tristeza, por isso acredito muito que se não fosse meu novo estilo de vida, eu já estaria arrasada e até com grande excesso de peso.

Adoro dividir com vocês estratégias que me ajudam a manter o emagrecimento e claro, manter o equilíbrio mental e espiritual. Pois tudo que sinto e compartilho, é tão real quanto a minha vontade em ajudar pessoas que passam pelas mesmas dificuldades que as minhas.

Obesidade, compulsão alimentar e depressão são doenças seríssimas que devem ser tratadas com acompanhamento médico e profissionais qualificados. Lembrando que NADA disso é o meu caso. Eu apenas sou do time que tive dificuldade para emagrecer, dificuldade de manter o peso, tive minhas brigas com o espelho, comia descontroladamente, já devorei uma barra de chocolate, já estraguei o dia por causa de uma balança e tenho minhas frustrações normais da vida. E muitos desses problemas fui contornando aos poucos e faço questão de dividir com quem está nessa fase de descontentamento com o espelho ou insatisfação pessoal.

Quero começar a #DICA1 PARA EMAGRECER com um texto de um blog de psicologia que explica bem sobre o poder do pensamento no nosso dia a dia. Como é algo que não é teoria e sim ciência, e principalmente algo que eu sinto no meu corpo exatamente como descrito no texto, quero dividir com vocês.

“Como pensamentos se transformam em doenças?

Nossa mente é tão poderosa que permite influenciar o nosso estado físico. Nos últimos anos temos visto como a porta entre o corpo e a mente se abre, demonstrando que estão relacionados muito mais do que poderíamos supor.

Todos nós, alguma vez, nos sentimos doentes e tivemos a sensação de que, com essa doença física, nossa mente ficava em uma espécie de prisão.

Sentíamos como se tornava mais preguiçosa e desajeitada do que o habitual, fechando-se tanto à recepção de estímulos como à produção de pensamentos próprios.

Por outro lado, as investigações dos últimos anos nos dizem que um estado de bem estar mental se encontra associado a um estado físico melhor, seja o estado real ou a percepção que temos dele.

“Parece que a ordem e a esperança que habitam em nossas ideias têm a capacidade, mediante o funcionamento do nosso sistema nervoso, de se converter em um estado físico melhor.”

Dito de outra forma, estamos mais propensos a contrair doenças quando a nossa mente está desequilibrada. Ou seja, a ansiedade ou a depressão são perturbações mentais que podem contribuir para o aparecimento de sintomas físicos indesejados.

Como ocorre o processo de transformação?

Pensemos por um momento nesses momentos nos quais nos sentimos ansiosos. Nosso coração começa a bater mais forte e mais rápido do que o habitual, nossas mãos podem começar a tremer e facilmente começamos a suar.

Todos estes sintomas aparecem porque a partir da nossa mente estamos colocando o nosso corpo em funcionamento, alterando as nossas constantes de uma forma muito parecida como quando começamos a fazer exercício.

Porém, há uma diferença muito grande: o exercício não ocorre. E o corpo dificilmente pode fornecer uma saída para toda essa energia que começou a produzir, e isto resulta numa pressão enorme sobre o nosso sistema nervoso.

As veias e as artérias que irrigam os nossos músculos apenas começaram a se dilatar e, contudo, o nosso coração está já enviando muito sangue.

O que acontece então com nossos pensamentos?

Imaginemos que uma imensa quantidade de carros começa a circular por uma rodovia e que, de repente, essa rodovia termina, e o tráfico tem que ser desviado a uma estrada secundária. O resultado é, certamente, a produção de um colapso.

O mesmo acontece no nosso corpo.

Temos um coração enviando carros e carros e o resto do corpo é incapaz de recebê-los. Se esta situação se mantiver durante pouco tempo ou não for muito intensa, tudo não passará de um mero acontecimento.

Porém, quando a intensidade do trabalho cardíaco é muito grande ou muito continuada, podem se produzir sérios danos.

Por outro lado, uma das conexões mais evidenciadas é a que relaciona o funcionamento do nosso sistema cognitivo com a força do nosso sistema imunológico.

Quando a nossa mente não funciona bem é habitual que se vire contra o próprio corpo e potencie internamente qualquer ataque que tenha origem no exterior.

Neste sentido, a nossa mente é como um computador e o nosso sistema imunológico é o antivírus. Se o nosso computador estiver funcionar mal, vai desativar este antivírus, tornando as coisas muito mais fáceis para qualquer tirano que queira nos prejudicar.

Além disso, este enfraquecimento ocorre não só durante o período do estresse, mas também quando este desaparece.

Que papel desempenha o nosso cérebro?

Não esqueçamos que na base de nossas ideias e pensamentos existe uma correlação química no nosso sistema biológico. E uma estrutura fundamental dessa correlação é o hipotálamo, que desempenha um papel muito importante na nossa regulação hormonal.

A peculiaridade desta pequena estrutura é que ela é extremamente reativa perante os nossos pensamentos, estejam estes na forma de recordação, na forma de interpretação de estímulos presentes, ou na forma de antecipação de acontecimentos futuros.

“Assim, o nosso hipotálamo pode “despertar-nos” para estarmos preparados para agir mais depressa, relaxar-nos para darmos espaço ao sonho ou potenciar a sensação de prazer”.

Que influência tem o nosso comportamento?

Até agora temos falado de como a mente pode influenciar de forma direta o nosso corpo, mas não devemos nos esquecer de algo não menos importante: a influencia que se produz através do nosso comportamento. Daremos um exemplo:

Todas as pessoas têm etapas na vida que não são especialmente alegres e motivadoras. De fato, apesar de não termos passado nunca por uma depressão, algumas das sensações que sentimos nesses períodos se assemelham às que se produzem nessa doença, embora habitualmente não sejam tão intensas nem tão continuadas.

Pois bem, nessas alturas uma das coisas que fazemos é abandonar alguns aspectos do nosso cuidado pessoal. Neste sentido, um dos primeiros aspetos que geralmente é afetado é a dieta.

Sacrificamos aqueles alimentos que gostamos menos, e que habitualmente são os mais saudáveis, por outros que nos proporcionam gustativamente maior prazer.

Por que o fazemos? É uma questão de equilíbrio. Tentamos obter através do paladar o prazer que nos parece perdido em outros aspectos de nossa vida.

Infelizmente, a imagem que aparece em alguns seriados da moça sentada no sofá agarrada a um balde de sorvete depois de uma ruptura amorosa, é real.

É o nosso modo errado de fazer com que o hipotálamo liberte em nossa mente a sensação de bem estar que tínhamos perdido. É o nosso modo comportamental de evitar que apareçam pensamentos negativos. Uma maneira contraproducente para a saúde do nosso corpo.

Porém, a perda deste equilíbrio não é o único motivo para descuidarmos da dieta. Outra razão importante é que com a tristeza, geralmente, aparece a falta de motivação.

As razões (pensamentos) para nos cuidarmos, que antes nos pareciam tão importantes, podem agora passar para segundo plano em relação àquilo que provocou a tristeza e fez com que permitíssemos que ela se instalasse em nós.

Ações que antes nos pareciam rotineiras, parecem agora nos custar mais. Então, tentamos simplificar a nossa rotina e, em lugar de ir ao supermercado ao sair do trabalho, optamos por pedir uma pizza, porque nos provoca menos esforço.

O outro lado da moeda

Até aqui temos falado de como os pensamentos negativos nos debilitam, mas existe também o outro lado da moeda. Vários estudos realizados com pessoas doentes demonstraram que uma atitude mental positiva fez com que seus prognósticos melhorassem significativamente.

Isso pode se dever a uma atuação direta dos mesmos através da bioquímica corporal ou mediante a ação de outros instrumentos de controle da doença, como a realização de exercício físico ou o cuidado com a alimentação.

Assim, encorajamos você a cuidar o máximo possível de sua saúde mental porque, através dela, cuidará de todo o corpo. Vale a pena!”

(texto/reprodução – contioutra.com)

Resumindo, um pensamento tem grande poder em influenciar nosso corpo tanto positivamente como negativamente. A influência negativa gera descontrole emocional e compulsão alimentar, atrapalhando seu processo de emagrecimento. Entenda que a saúde mental é uma etapa importante para se obter sucesso na dieta e pratique estratégias que te auxiliam a manter esse equilíbrio.

Quer saber quais são minhas estratégias?

Uma forma simples e eficaz de se manter na dieta é torna-la a mais adequada possível ao seu estilo de vida. Dietas que te forçam a sair da rotina como andar de marmitinha pra cima e pra baixo, ter que lanchar em um período que geralmente você está em reunião, cozinhar todas as noites quando você chega exausta do trabalho, se ausentar de eventos sociais e festas de amigos, se alimentar com refeições sem sabor e alimentos que você não gosta, essas e outras atitudes facilmente te levarão ao fracasso da dieta.

Fugir de pensamentos negativos relacionados a proibições e punições por ter que abrir mão de guloseimas que você adora também é uma ótima alternativa. Foque no seu objetivo e no que você quer se tornar. Tenha em mente que quanto mais você se dedicar, mais rápido serão os resultados. As restrições são temporárias e logo quando você chegar no seu peso, você vai poder inserir aos poucos o que você gosta. Além disso, o sucesso do emagrecimento não está em fazer 100% uma dieta, isso é quase impossível, e sim faze-la na maior parte do tempo. Saiba que uma refeição livre por semana é saudável, acelera a perda de peso e pode ser super útil para seu psicológico te manter na dieta. E não se esqueça “comer é bom, estar em forma é sensacional”.

Escutar músicas animadas sem dúvidas é uma excelente estratégia para mudar nossas emoções. A música tem grande influência na nossa psique, podendo transformar nosso pensamento em algo bom e benéfico para o corpo, expulsando tristezas e emoções negativas.

Praticar exercícios que te dão prazer tem diversos benefícios. Primeiro que o exercício melhora a circulação sanguínea, a frequência cardíaca, capacidade respiratória, fortalece os músculos e os ossos, entre outros. Segundo que durante o exercício nós liberamos endorfina, substância ligada ao bem-estar que regula nossas emoções, diminuindo o stress e a ansiedade. Terceiro porque ocupa nossa mente e o “sacrifício” nos torna mais sensatos na hora de fazer boas escolhas no prato. Mas é muito importante algo que seja “menos chato” ou “mais prazeroso”. Praticar algo que você detesta pode ser mais prejudicial a sua saúde mental, podendo aumentar os níveis do temido cortisol, hormônio do stress que atrapalha na perda de peso.

Ler um livro me tira completamente da realidade e me leva para um novo mundo. Eu adoro ler livros! Livros de suspense são meus preferidos. É um momento que eu evito pensar no que me aflige e embarco inteiramente em uma nova história, fictícia mas empolgante. Uma hora que eu fujo totalmente de pensamentos negativos, e quando eu “acordo” para o mundo real, estou com o psicológico diferente e melhor.

Pratiquem e me contem dos resultados!!

Qualquer dúvida, email-me ♥ ⇒ contato@dietaecaviar.com

Maria Canedo.

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